quinta-feira, 19 de março de 2009

Kaká adimite que contratação de Beckham pode ser marketing!

Após a polêmica contratação do craque pelo Milan, já foi visivel a evolução do time, provando para quem quer ver que por mais marketing que seja, Beckham sabe jogar bola.
Kaká custou a admitir que o craque é imprecindível ao time, mas ainda não descarta a possibilidade da contratação ter sido um sacada publicitária. Beckham foi emprestado ao Milan pelo Los Angeles Galaxy por três meses, até o inicio da temporada norte americana, mas a diretoria italiana ja mostra interesse em negociar a prorrogação da estada de Beckham no time.
- A princípio, talvez tenha sido uma estratégia de marketing, mas a verdade é que, agora, Beckham é fundamental para nós. Desejo que o Milan possa alcançar um acordo para contratá-lo de forma definitiva porque ele pode nos ajudar agora e nas próximas temporadas. Nas poucas partidas que fez conosco, ele foi muito decisivo com várias assistências e gols - afirmou o brasileiro ao canal de televisão SportMediaset. Crédito: Futebol 2009

Primeiro, desculpas à todos pela demora nas postagens, mudei minha residência e a internet ainda não apareceu no meu "novo lar"... rs..

Agora se tratando de Beckham, acredito que poucos jogadores na história tem um trabalho tão forte de marketing quanto o "Spice Boy"... O Milan terá força para segurar o inglês?

Um abraço galera e promento tentar engrenar anúncios.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Alguém já ouviu essa história?? Essa é velha.

O ex-vice-presidente de marketing do Vasco, José Henrique Coelho, que pediu demissão do cargo no início de fevereiro (assumiu em julho 2008, com os atuais dirigentes), divulgou nesta terça-feira o seu balanço sobre a sua passagem pelo clube.
Ele saiu acusando a atual diretoria, cuja eleição foi o principal articulador político (como presidente do Movimento Unido Vascaíno), de manter as práticas da anterior - entre elas nepotismo e maquiagem de orçamento.
No balanço, José Henrique Coelho aponta as medidas que tomou em sua pasta para reduzir custos, "exceção feita para quem é cunhado, sobrinho ou genro do presidente (Roberto Dinamite)" e os projetos que realizou. Ele também critica o vice-presidente de marketing anterior, Marco Antônio Monteiro.
O ex-dirigente fala sobre a negociação com a fornecedora de material esportivo (Champs), o incremento na renda com a reorganização dos espaços em São Januário, ações de licenciamento e a criação de um centro de memória.
Além disso, José Henrique Coelho cítou os projetos que deixou em andamento, como o sócio-torcedor (previsto para ser implementado em março) - em que acusou o ex-vice financeiro e atual vice de futebol José Mandarino, de não cuidar de suas responsabilidades -, a construção de camarotes no estádio do clube e o desenvolvimento do novo projeto de mascotes.
A vice-presidência de marketing do Vasco segue sem ocupante. A saída de Coelho foi traumática pela força política dele no grupo que passou a ocupar a diretoria e pela troca de acusões com os ex-aliados

Crédito: Lance.com.br

O que falar sobre o Vasco?? Eurico?? Agora Roberto Dinamite segue os passos do seu antecessor. Enquanto não houver profissionalismo, a série B é pouco. Além do mais, Carlos Alberto com a missão de comandar a equipe... o Vasco terá um "2000 i nove" sem inovação alguma.

Será que estou muito errado??

Um abraço a todos e até a próxima.

Raoní Oliveira

segunda-feira, 2 de março de 2009

Futebol Ltda, ME ou S/A ??

Os saudosistas não se cansam de falar: “ah, o futebol não é mais com antigamente.” E não é mesmo. Pro bem ou pro mal, o futebol é hoje um dos maiores negócios do mundo, com custos e lucros exorbitantes e milhões de fanáticos consumidores espalhados por cada continente. Claro, futebol ainda é um esporte; mas para os grandes clubes e campeonatos é também economia, mercado, estratégia, orçamento, etc... Tudo que uma grande empresa tem que ter funcionando perfeitamente para permanecer forte e rentável. Mais que uma grande equipe de jogadores dentro de campo, o futebol agora exige também uma excelente gama de profissionais fora das quatro linhas. Para sobreviver no longo prazo, os clubes têm que ter mais que meia dúzia de bons jogadores. Têm que ser verdadeiras empresas, com planejamento, posicionamento, controle financeiro e estratégias de marketing. É fato. Basta analisar os maiores clubes do mundo atualmente: Milan, Real Madrid, Bayer de Munique, Barcelona, Chelsea, dentre outros, são grandes máquinas de fazer dinheiro fora de campo, com ações, produtos e serviços que conquistam cada vez mais os seus consumidores, os torcedores, e geram receita extra para o clube. No Brasil ainda estamos dando os primeiros passos, mas já temos alguns bons exemplos de clubes que estão saindo na frente. E dentro desse “novo futebol”, o Marketing tem a função de valorizar institucionalmente a marca do clube e promover ações estratégicas que aumente o número de sócios, os lucros e a presença de torcedores nos estádio. E nesse mercado de atuação, o marketing tem uma grande vantagem, afinal, o futebol mexe diretamente com a paixão desenfreada do torcedor. No Brasil, por exemplo, o futebol está arraigado na cultura e costumes das pessoas. Temos um consumidor fiel, que raramente troca de marca. Portanto, assim como as empresas, os clubes têm a obrigação de conhecer o perfil do seu torcedor, quem ele é, qual o padrão de consumo e perfil sócio-econômico de forma detalhada. Investir em projetos e programas que os faça entender e se relacionar da maneira mais próxima com seu torcedor, escutando suas opiniões e atendendo suas aspirações. Só assim poderão ser lançados produtos que cativem ainda mais essa paixão, que consigam aproveitar o imenso potencial de consumo dessa massa, gerando ao final de tudo, renda para novos investimentos. Exemplos de estratégias de marketing no futebol:
• Investir em pesquisa focada no perfil dos torcedores do clube.
• Adotar softwares que sejam capazes de transformar a informação captada em dados estratégicos, como por exemplo: - Indicar jogadores com altos salários e baixa performance. - Promover uma comunicação direta e constante com seus torcedores.
• Construir um estádio moderno, que possa ser um verdadeiro centro de entretenimento para os seus torcedores e a população em geral.
• Facilitar a venda de ingressos, garantindo mais comodidade ao torcedor e, consequentemente, o aumento das vendas.
• Promover eventos extras que estejam dentro do perfil de comportamento dos consumidores.
• Aproveitar todas as possibilidades de mídia a serem vendidas às empresas patrocinadoras, tanto no clube como no estádio.
• Criar grife da marca do clube, com produtos de casa, lazer, roupas, merchandising, souvenires, etc.
• Alugar o estádio para eventos de outras empresas.
• Vender camarotes especiais nos estádios.
• Desenvolver promoções específicas para torcedores cadastrados.
• E, importantíssimo, transformar cada torcedor em sócio do clube, o que gera receita, proximidade e comprometimento com o presente e o futuro da instituição.
Enfim, o clube de futebol de hoje deve entender que a marca, e tudo o que ela envolve, é seu maior patrimônio, e por isso deve atuar profissionalmente, sempre.

Créditos: Marketing Futebol Clube.

Atualmente, vejo o São Paulo como o grande clube do Brasil, está muito, mas muito à frente dos demais clubes do Brasil. Um "defeito" que aponto no São Paulo é que o clube conta com poucos sócios-torcedores. o Dpto. de Marketing poderia voltar suas ações para essa vertente também a fim de angariar novas fontes de renda para o clube.
O São Paulo tem uma marca fortíssima hoje, no Brasil e no exterior, é um dos grandes da América Latina e tem tudo para conquistar o Tetra da Libertadores e valorizar ainda mais sua marca.

Um abraço a todos.

Raoní Oliveira

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Ronaldo no Corinthians: Futebol e Marketing

Ronaldo não é questionável quanto à qualidade de seu futebol se estiver em boa forma física. Mesmo que jogue 30 ou 40% daquilo que sabe é indiscutivelmente superior a 95% dos atacantes que atuam no futebol brasileiro. Sua história já faz com que seja mais do que simplesmente um boleiro. Trata-se de um daqueles ídolos que já tem direito a estátua, menções mais do que honrosas em museus [pude inclusive ver informações sobre o fenômeno no Museu do Futebol, em Sampa, visita obrigatória para todos que são fãs deste esporte bretão], biografia, galeria de melhores lances e mais lindos gols na internet e na televisão... E isto não apenas no Brasil, também no resto do mundo em que o futebol é esporte popular, o que significa dizer aproximadamente 99% das nações conhecidas...




Ronaldo não é questionável quanto à qualidade de seu futebol se
estiver em boa forma física. Mesmo que jogue 30 ou 40% daquilo que
sabe é indiscutivelmente superior a 95% dos atacantes que atuam no
futebol brasileiro. Sua história já faz com que seja mais do que
simplesmente um boleiro. Trata-se de um daqueles ídolos que já tem
direito a estátua, menções mais do que honrosas em museus [pude
inclusive ver informações sobre o fenômeno no Museu do Futebol, em
Sampa, visita obrigatória para todos que são fãs deste esporte
bretão], biografia, galeria de melhores lances e mais lindos gols na
internet e na televisão... E isto não apenas no Brasil, também no
resto do mundo em que o futebol é esporte popular, o que significa
dizer aproximadamente 99% das nações conhecidas...


Independentemente de suas qualidades futebolísticas, Ronaldo é craque também em Marketing. Onde quer que vá, pessoal ou profissionalmente, terá para sempre holofotes sobre si. Na Itália, Espanha, Holanda ou no Brasil, países em que atuou profissionalmente, seu fã-clube é enorme e também a avidez da imprensa por informações a seu respeito. Declarações simples de Ronaldo dão manchetes sem que ele tenha qualquer intenção quanto a isso.

Ao escolher o Corinthians como seu novo destino, Ronaldo juntou “a fome com a vontade de comer”, ou seja, associou sua preciosa imagem ao do clube mais popular do estado mais rico da nação que tem a segunda maior torcida do país. Não é só isso, apesar de estar atrás do Flamengo quanto ao séquito de torcedores que possui, o Corinthians é mais polêmico e tem maior poder de mídia do que seu co-irmão e rival carioca. De acordo com os corintianos, a torcida do Timão é a terceira maior do país, atrás do Mengão [que seria o segundo colocado] e dos que torcem contra o Todo Poderoso [os não-corintianos, ou o resto do país].

A disposição de Ronaldo neste início de 2009 tem se mostrado grande e assim tem que ser diante do desafio que se coloca a sua frente e a cobrança que terá. Já perdeu 5 quilos e promete estar pronto para entrar em campo entre o final de fevereiro e o início de março. Para alguém que já deu marcantes voltas por cima [como na Copa de 2002] e que se diz muito estimulado com essa retomada de carreira no Timão, é certamente possível provar que ainda tem futebol para alguns anos e conquistas, quem sabe até retornando triunfalmente a Seleção...

Créditos: O Pensador Selvagem.

Agora só vamos ver se ele vai querer realmente jogar bola, visivelmente ele está acima do peso...
Que ele estará no jogo com o Palmeiras, disso não tenho dúvidas, existem diversos interesses para que isso ocorra, só não sei se o R9 faz parte dos interesses.

Um abraço galera, a casa é sua!

Raoní Oliveira

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Corinthians terá de vender muita camisa para lucrar

Clube precisa comercializar mais de 500 mil peças em 2009 para não ter prejuízo
O torcedor corintiano vestiu a camisa e foi fundamental para a volta do time à Série A do Campeonato Brasileiro em 2008. Torceu como nunca e carregou o time no peito com orgulho. Porém, engana-se quem pensa que o clube ganhou mais com a venda de camisas. Embora o presidente Andrés Sanchez tenha falado em 3 milhões de unidades em recente entrevista à televisão, o departamento de marketing do clube informa que o número de camisas oficiais vendidas foi de 500 mil, inferior ao mínimo exigido pela empresa de material esportivo Nike - com a qual o clube tem contrato - para adquirir o direito a receber mais de royalties (compensação ou parte do lucro paga ao detentor de um direito qualquer). "Chegamos perto de superar essa meta, mas não atingimos", diz o gerente de marketing, Caio Campos. Para 2009, o clube espera dobrar o número de unidades com o efeito da chegada do Fenômeno Ronaldo. A ideia é vender mais de um milhão de peças. Neste caso, então, o Corinthians passaria a ter direito a um retorno maior em royalties. Para o torcedor entender melhor como funciona o contrato entre o clube e a empresa de material esportivo, é preciso saber que a Nike assinou contrato de R$ 5 milhões anuais para 2009. Com isso, tem a garantia mínima de um número de camisas vendidas para valer o investimento. A partir deste número mínimo, então, o clube começa a faturar com royalties. Essa quantia mínima é mantida em segredo por força de contrato. No entanto, levando-se em consideração 2008, pressupõe-se que terá de vender mais de 500 mil camisas.No orçamento para 2009, o clube espera a entrada de R$ 27 milhões com patrocínios - R$ 5 milhões da Nike, R$ 20 milhões com a empresa que estampar o peito da camisa e R$ 2 milhões com calção e mangas (neste caso, o atacante Ronaldo fica com 80% do valor e o clube com 20%). Com royalties de licenciamento da marca, a previsão é de R$ 3.996.000,00. Para superar isso, vai precisar mais uma vez contar com a participação do torcedor e com o peso do Fenômeno Ronaldo para impulsionar ainda mais as vendas.Como receita de marketing estratégico, o clube projeta R$ 8.700.000,00. Isso envolve camisetas promocionais, como as deste ano ("Eu nunca vou te abandonar" e "Eu voltei"), que geraram importante retorno financeiro. Embora 2009 tenha apenas começado, o clube já lançou sua primeira, com slogan "Dois mil e 9 fenomenal", usando a imagem do reforço.Neste marketing estratégico, o clube deve comercializar ainda vários produtos com a marca Corinthians e com o nome do Fenômeno.Com licenciamento e franquias, a previsão é de um lucro de um pouco mais de R$ 5 milhões. Juntando-se ainda a bilheteria dos jogos, a receita final para 2009 prevê entrada de R$ 32.207.040,00. A receita líquida total, ainda com lanchonete, venda de títulos, taxa de manutenção entre outras é de R$ 109.072.856,00, mas as despesas devem chegar a R$ 108.631,458,00, com superávit de R$ 440.398, segundo dados publicados no site do clube.


É Mano Menezes, vamos botar o Ronalducho pra jogar, monta um esquema pro Fenômeno fazer seus golzinhos pra vender muuuuita camisa, se o Andrés insistir nos 30 milhões, vai ser difícil o Corinthians terminar 2009 com o superávit.

Por enquanto o Fenômeno é só prejuízo.

Um abraço pessoal.

PS: Carnaval foi bom, deu pra descansar... agora a rotina do dia-a-dia volta.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Unimed mantém patrocínios em marketing esportivo, inclusive no Brasileirão 2009

O Sistema Unimed anunciou que deverá manter os seus investimentos em marketing esportivo durante o ano de 2009. A perspectiva é que a empresa injete cerca de R$ 35 milhões.Os maiores beneficiados com o dinheiro que vem do conjunto composto por 377 cooperativas médicas são o Campeonato Brasileiro de Futebol, o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) e o Instituto Superar."Nossa gestão de marca é coerente com os valores da Unimed. Patrocínio esportivo é mais do que um investimento publicitário, é uma parceria, que vai além do imediatismo, do cenário econômico do semestre”, afirmou Almir Gentil, diretor de Marketing e Desenvolvimento da Unimed do Brasil. “O Brasileirão é a iniciativa de marketing esportivo que dá maior visibilidade para a marca e a causa paraolímpica está diretamente ligada ao posicionamento do Sistema", completou.No futebol, 23 equipes recebem o patrocínio da empresa médica, dentre elas, o Fluminense, o Grêmio e o Internacional. O Sistema Unimed ainda conta com esportistas de destaque como os nadadores César Cielo, medalha de ouro em Pequim, e Danilo Glasser (patrocinados pela Unimed Santa Bárbara D’Oeste e Americana), o velejador Bruno Fontes (patrocinado pela Unimed Florianópolis), a nadadora Fabíola Molina e a triatleta Katia Barroso (apoiadas pelas Unimeds São José dos Campos e Litoral, respectivamente).
A marca Unimed, segundo estudo da BrandFinance, vale R$ 2,5 bilhões, ocupando a 27ª do ranking brasileiro.

Fonte: Cidade do Futebol.

Como dito acima, o imediatismo é, sem analogia alguma, "chute certo" no esporte, principalmente no futebol.

Trouxe também o atacante Fred para o Fluminense, se tornando uma das principais atrações para o futebol carioca.

E por falar em futebol carioca, Flamengo e Vasco estão devendo a seus jogadores, ano passado era o Botafogo, as más administrações estão dando os seus frutos.

Um abraço a todos e obrigado pela visita.

Raoní Oliveira

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

CNA nos Estaduais 2009

Com o objetivo de reforçar a sua marca e gerar visibilidade junto ao seu público-alvo, possíveis novos alunos e franqueados, o CNA - uma das principais redes de ensino de idiomas do País, com 35 anos de atuação – patrocinará as placas dos estádios de futebol onde serão realizados todos os jogos dos campeonatos paulista e carioca, que têm início em 21 e 24 de janeiro, respectivamente.
A ação permitirá ao CNA ter a marca reforçada durante transmissão de 42 jogos pela Rede Globo, além de 298 inserções em outras emissoras de TV, alcançando mais de 85% do território nacional, em horário nobre, às quartas-feiras, quintas-feiras, sábados e domingos, dias de transmissão dos jogos.
O patrocínio visa dar continuidade às ações já realizadas pela rede na área de marketing esportivo. Em 2008, além das placas, o CNA investiu nos uniformes de alguns times em jogos pontuais, como o realizado entre São Paulo e Vitória, em 16/07. A rede também manteve os patrocínios para os velejadores Robert Scheidt e Bruno Prada, além da equipe de tênis do CNA/Minas.
Scheidt, inclusive, foi escolhido garoto-propaganda da campanha do plano de expansão da rede no ano passado. Octacampeão mundial e bicampeão olímpico, o velejador conquistou medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, ao representar o Brasil.
Ainda para aproveitar o principal evento esportivo de 2008, o CNA lançou o advergame “Olimpíadas do Sucesso” com a imagem de Robert Scheidt e Bruno Prada. Ao jogar o game, os participantes deveriam ajudar os velejadores a cruzarem os mares e a linha de chegada. Os vencedores foram contemplados com vídeo-games, IPODs, bolsas de estudo e camisetas autografadas pelos velejadores.
“Oportunidades como estas são excelentes estratégias para exposição da marca, principalmente no caso do CNA, pois acreditamos que esporte e educação caminham juntos na formação dos jovens enquanto cidadãos”, afirma Leonardo Cirino, diretor de marketing da rede.
Além do patrocínio das placas, o plano de mídia engloba campanha publicitária em TV (principais emissoras do País e TV a cabo), intervenção urbana (metrô) e material de guerrilha (banner, bandeirola, flyer), além de ações específicas nos pontos comerciais do litoral de São Paulo e Rio de Janeiro durante o verão. Em 2009, o investimento total em marketing é de R$15 milhões.
Fonte: mktesportivo.com.br

O esporte, principalmente o futebol, tem sido um dos mercados mais lucrativos, com retorno certo. A exposição é enorme e muito atrativa ao público-alvo.
Principalmente depois dos grandes craques e das cada vez mais acirradas rivalidades entre os grandes clubes.

Um abraço galera.

Raoní Oliveira